Treinamentos

Gestão em tempos de crise

R$850,00

Tomando como base a experiência marcante de Ernest Henry Shackleton, explorador inglês do início do século XX, que com o naufrágio do seu navio HMS Endurance, manteve toda a sua tripulação viva, conduzindo-a a um porto seguro, o Participante explora:

  • realizações relevantes com escassez de recursos
  • gerenciamento de crises
  • potencial de inovação e criatividade
  • gerenciamento da energia pessoal e da equipe
  • gerenciamento de riscos
  • estilos de liderança

A carga horária do treinamento é de aproximadamente 40 (quarenta) horas e o tempo máximo para sua conclusão é de 60 (trinta) dias corridos a partir dia da inscrição. Esta versão é “individual”, ou seja, cada participante fará o seu próprio cronograma de treinamento, distribuindo a carga horária entre as atividades propostas de acordo com sua preferência.

O treinamento é extremamente prático, com várias atividades, e durante toda a sua duração @ participante é acompanhad@ e mentoreado em seu desenvolvimento.

O Particpante desenvolve:

RISCOS. Shackleton é um mestre na gestão de riscos. A primeira lição que temos dele é: não assuma risco desnecessário. Ele desaprovava qualquer displicência que arriscasse a sorte. A cautela se Shackleton foi testada repetidas vezes. Já com o navio afundado, o tempo parecia propício para lançarem os botes na água e continuarem o regresso. Ele aguardava até que as boas condições se consolidassem. Por outro lado, a segunda lição que nos transmite é: quando um risco for justificado, não hesite.

CRIATIVIDADE. Encontrar soluções criativas para problemas sérios já é uma tarefa difícil sob condições normais. É ainda mais desafiador nas situações de crise. Medo, esgotamento físico e desgaste psicológico são parte integrante da jornada daqueles que enfrentam os limites da sobrevivência – ou por organizações que estão lutando para alcançar o maior nível possível de desempenho. Entretanto, é precisamente nestas situações de estresse que a capacidade de solucionar problemas torna-se mais crítica e que a necessidade de inovação é maior.

EMOÇÕES.  É impossível exagerar a desolação que a equipe de Shackleton teve quando o navio ficou aprisionado pelo gelo. A perda, por si só dramática, ficou mais angustiante pela certeza que se tinha de suas consequências. Shackleton usou as palavras e o tom – calmo, confiante e seguro – precisamente certos. Escolheu palavras que deram à equipe um senso de controle sobre seu destino.

EQUIPE. A expressão “trabalho em equipe” tornou-se um mantra nas organizações. A palavra “equipe” é sinônimo de qualquer ajuntamento de pessoas que desenvolvem uma atividade comum. Ocorre que nem sempre um trabalho em equipe é a melhor forma de lidar com um desafio. Em algumas situações, um “grupo de trabalho” é a forma indicada. Qual a diferença?

CONFLITOS. O conflito é um componente previsível da combinação volátil de atitudes e emoções encontradas nas Organizações que vivem no limiar do risco. Assumem vários formatos: argumentações, desentendimentos, sabotagem e agressão passiva. Uma das táticas usada por Shackleton foi a de engajar os dissidentes. Shackleton analisava cada um dos membros da equipe e os observava continuamente. Sabia interpretar comentários frugais e pequenos gestos.

CELEBRAÇÃO. Em condições de sobrevivência, rir é uma atitude forçada e em situações corporativas difíceis, o bom humor pode parecer frivolidade, inadequado ou inatingível. Entretanto, sob extrema pressão, a habilidade de se alegrar, celebrar e rir pode fazer toda a diferença.

VISÃO DE FUTURO. Líderes que levam suas equipes a expandirem fronteiras canalizam a energia em duas metas igualmente importantes. Primeiro, devem sempre ter em mente seu destino principal – seu objetivo estratégico de longo prazo. Segundo, devem estar atentos à realização de objetivos de curto prazo, concentrando os recursos nos elementos críticos que criam o momento e garantem a sobrevivência.

PERCEPÇÃO OTIMISTA DA REALIDADE. A qualidade crítica, diferencial da liderança para alargar fronteiras é a capacidade de considerar perspectivas impossíveis, de acreditar que ainda é possível vencer e convencer os outros de que você está certo.

GESTÃO DA ENERGIA. Superar crises, alargar fronteiras, alcançar objetivos desafiadores requer pessoas capazes de suportar desafios físicos e emocionais praticamente constantes, quase sempre, nos limites do que é suportável. A gestão de energia, do líder e da equipe, deve ser feita nas diferentes dimensões do ser humano: física, mental, emocional e espiritual.

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